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Tipos de anticontracetivos [Infografia]

Actualmente existem uns vinte anticontraceptivos diferentes. Aqui apresentamos uma lista com uma breve explicação de cada um e recomendamos que se amplie a informação sobre aquele que se cree mais adequado para cada circunstância.

1- Anticontracetivos de barreira

O preservativo

Não apresenta nenhum tipo de contraindicação. O melhor método prevenir doenças sexuais.

O espermicida 

Atua como uma barreira química impedindo que os espermatozóides cheguem útero. Debe acompanhar-se de outro método, porque por si só a sua eficiência é baixa.

O preservativo feminino 

É feito com borracha de nitrilo. Protege contra gravidez indesejada e DST. A taxa de sucesso é menor do que no caso da versão masculina.

O diafragma

Uma cúpula flexível de silicone que se coloca frente ao colo do útero. Não cobre a mucosa da vagina por isso não é recomendável para evitar as DST.

A esponja vaginal

A esponja vaginal é um dispositivo de espuma de poliuretano com espermicida. Só se deve retirar depois de passadas 6 horas desde a última relação sexual. Não previene as DST.

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2- Anticontracetivos hormonais

A pílula

Só deve ser utilizada sobre prescrição médica. Pode ajudar em diversos problemas mas também pode ter efeitos secundários.

A minipílula (pílula de Progestágeno)

Apareceu por efeitos secundários que causava a pílula, por causa dos estrógenos. Tem que ser tomada todos os dias à mesma hora.

A pílula do dia seguinte

Devido à sua alta dose de hormonas só se deve administrar em casos pontuais e antes das 72 horas depois de ter tido a relação sexual.

O adesivo anticontraceptivo

É um simples adesivo que se coloca na pele e que se deve substituir a cada sete dias.

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O anel vaginal

É um anel de silicone que liberta estrógeno e progesterona. Pode inseri-lo a mesma mulher. Dura até três semanas.

O anticontraceptivo injetável

Tem benefícios e efeitos secundários similares à pilúla. Injeta-se na consulta ginecológica.

O implante anticontracetivo

É um anticontracetivo altamente eficiente. Uma implementação subcutánea de uma pequena vareta de plástico que liberta hormonaso. Tem uma duração de três anos.

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3- Anticontracetivos intrauterinos

Dispositivo intrauterino (DIU)

É um pequeno dispositivo de plástico que se introduz no útero. É um método seguro e eficaz de longa duração. Devem ser colocados pelo ginecologista na consulta. A duração aproximada para o DIU hormonal (Mirena) é de 5 anos e a “T” de cobre 10 anos. NÃO é o método de primeira eleição para mulheres jovens que não tenham tido filhos.

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4- Anticontracetivos permanentes

Vasectomía

Uma simples cirurgia na qual se corta o canal pelo qual passam os espermatozóides.

Ligadura de trompas

Realiza-se com intervenção quirúrgica ou por via endoscópica.

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5- Métodos alternativos naturais

Geralmente são métodos com maior probabilidade de falhas que os antes mencionados pelo que não são recomendados como método seguro de anticontraceção.

Método do calendário menstrual

A ovulação produz-se no dia quinze do ciclo menstrual. Se por exemplo, terminámos a menstruação no dia 1, ovularemos entre 13 e 15. O problema: que a mulher não seja regular na sua menstruação e que além disso, hajam dias com risco para além dos férteis.

Coito interrompido

Consiste em retirar o pénis antes de ejacular. O problema é que homem não o retire a tempo e que o liquido pré seminal contenha pequenas quantidades de esperma.

Muco cervical

Uns dias antes de começar a ovulação o muco cervical torna-se mais elástico. É uma forma de saber o nosso periodo fértil.

Lactação materna

As mulheres que estão a amamentar não ovulam, já que a prolactina inibe este processo. Pode-se utilizar se passados menos de seis meses desde o parto, o bebé se alimenta exclusivamente de leite materno. No entanto, intervêm muitos fatores que influenciam a sua efetividade, pelo que deve avaliar-se com cuidado.

Por último recomendamos que se houveram dúvidas, se vá ao médico para eleger o método anticontraceptivo mais adequado para cada situação em concreto.

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